quarta-feira, 17 de março de 2010

O idiota e a cedula



Conta-se que numa cidade do interior um grupo de pessoas se divertia - com o idiota. Um pobre coitado, de pouca inteligência, vivia de, pequenos biscates e esmolas.
Diariamente eles chamavam o idiota ao bar onde se reuniam e ofereciam a ele a escolha entre duas cédulas: uma de 10 REAIS e outra de 2 reais. Ele sempre escolhia a menos valiosa, o que era motivo de risos para todos.
Certo dia, um dos membros do grupo chamou-o e lhe perguntou se ainda não havia percebido que a CEDULA QUE ele pegava valia menos.

Eu sei, respondeu o tolo. “Ela vale cinco vezes menos, mas no dia que eu escolher a outra, a brincadeira acaba e não vou mais ganhar minha cédula”.

Desta narrativa se pode tirar várias conclusões.

A primeira: Quem parece idiota, nem sempre é.
A segunda: Quais eram os verdadeiros idiotas da história?
A terceira: Se você for ganancioso, acaba estragando sua fonte de renda.
Mas a conclusão mais interessante é: A percepção de que podemos estar bem, mesmo quando os outros não têm uma boa opinião a nosso respeito. Portanto, o que importa não é o que pensam de nós, mas sim, quem realmente somos. O maior prazer de um homem inteligente é bancar o idiota diante de um idiota que banca o inteligente. Preocupe-se mais com sua consciência do que com sua reputação. Porque sua consciência é o que você é, e sua reputação é o que os outros pensam de você. E o que os outros pensam… é problema deles.

quinta-feira, 11 de março de 2010

A história das duas rãs



Existem certas horas em que a paciência – por mais difícil que seja – é a única maneira de suportar determinados problemas. A famosa história a seguir ilustra bem a virtude de saber esperar.

Duas rãs caíram dentro de uma jarra de leite. Uma era grande e forte, mas impaciente, e confiando na sua forma física, lutou a noite inteira, debatendo-se para escapar. A outra rã era pequena e frágil. Como sabia que não teria energia para lutar contra seu destino, resolveu entregar-se. Com suas patas, fez apenas os movimentos necessários para manter-se na superfície, sabendo que cedo ou tarde iria morrer.

“Quando não se pode fazer nada, nada se deve fazer” pensava ela.

E assim as duas passaram a noite – uma na tentativa desesperada de salvar-se, a outra aceitando com tranqüilidade à idéia da morte. Exausta com o esforço, a rã maior não agüentou e morreu afogada. A outra rã conseguiu boiar a noite inteira – e quando, na manhã seguinte, resolveu entregar-se, reparou que os movimentos de sua companheira haviam transformado o leite em manteiga. Tudo o que teve de fazer foi pular para fora da jarra.

1. Se uma pessoa dissesse aos quatro cantos, que era adoradora do diabo, mais em suas ações só fizesse o bem só agisse com justiça, verdade e amor e outra pessoa, dissesse que era devota de Deus fosse a igreja todos os dias vivesse orando, mais em suas ações só fizesse maldade fosse sempre injusta mentirosa e mesquinha.
Qual destas duas pessoas Deus levaria para o céu?

quarta-feira, 3 de março de 2010



Deus o Abençoe
Aquele moço seguia todos os dias pelo mesmo caminho. Em suas viagens diárias do subúrbio, onde morava, à cidade, onde trabalhava, o trem sempre passava por um viaduto de onde se podia ver o interior de alguns apartamentos no prédio localizado em nível inferior. Naquele lugar o trem diminuía a velocidade e por isso o rapaz podia observar através da janela de um dos apartamentos, uma senhora idosa deitada sobre a cama. Ele via aquela cena há mais de um mês. A senhora certamente convalescia de alguma enfermidade, era o que ele pensava. O jovem teve pena dela e desejou vê-la restabelecida. Num domingo, achando-se casualmente naquelas imediações, cedeu a um impulso sentimental e foi até o prédio onde a senhora morava. Perguntou ao porteiro o nome da anciã e depois lhe enviou um cartão com votos de restabelecimento, assinando apenas: "um rapaz que passa diariamente de trem." Dali a uma semana mais ou menos, a caminho de casa no trem, o jovem olhou, como sempre, para a janela. No quarto não havia ninguém e a cama estava cuidadosamente arrumada. No parapeito da janela, porém, estava afixado um pequeno cartaz escrito à mão e iluminado por uma lâmpada de cabeceira. Mostrava apenas uma frase singela de gratidão, dizendo: "Deus o abençoe”.

Um jovem com tanta sensibilidade fraternal, certamente é abençoado por Deus. Esse Deus que quer que suas criaturas se amem e se respeitem mutuamente. Esse Deus que espera que nos ajudemos uns aos outros, sem preconceitos e sem arrogância. Aquele jovem do trem não tinha outra intenção a não ser ajudar anonimamente a uma pessoa desconhecida, atendendo a um apelo do seu coração generoso.
Pense nisso! Há pessoas que se entregam à depressão e outras enfermidades por acreditarem que ninguém se importa com elas. Assim, um simples gesto de solidariedade pode se constituir em um dos mais poderosos remédios contra esse tipo de mal. E é um remédio que não custa nada, não tem contra-indicação e está ao alcance de todos.