quarta-feira, 28 de outubro de 2009

A AGUIA ave sagrada


”Escolha da Águia’ Mensagem de Reflexão:
A Águia é a ave de maior longevidade, podendo chegar aos 70 anos.
De maior envergadura de asas pois abertas podem chagar a 86cm de comprimento; sua visão é de trezentos graus, quase o dobro do humano.
Com uma membrana nictante é o único ser que pode olhar direto para o Sol; na forte tempestade não se esconde nem tenta inutilmente enfrenta-la, mas voa acima dela; fiel a uma única companheira ,nunca em bandos mas sempre sozinha e altaneira, caçadora, guerreira e corajosa, imponente, bela e preciosa no voar e no ataque.
Mas vamos ao mais fascinante:
Aos 40 anos suas unhas estão compridas e flexíveis e não conseguem mais segurar suas presas, seu bico se encurva e não morde mais com força, suas asas pesadas e envelhecidas dificultam o seu vôo.
Só há dois caminhos:
Deixar-se morrer ou renovar-se num doloroso e longo processo de 5 meses.
Ela voa para o ninho num paredão no alto da montanha, fica protegida, mas só poderá sair se novamente for capaz de voar.
Lá suporta corajosamente a dor.
Ela bate o bico velho contra a pedra até arrancá-lo, espera nascer um novo bico e com ele novamente suportando a dor, arranca as velhas unhas, novamente espera que nasçam novas unhas e com elas arranca as velhas penas.
Após 5 meses com novas asas, se lançará no vôo da Vitória e Renovação e viverá mais 30 anos.
Aos 40 anos renascerá para mais 30 anos, totalizando 70 anos.
Muitas pessoas vivem em constantes brigas e lamentos, vidas de ressentimentos e medo, sem coragem e força para o ritual da renovação do renascimento.
Destrua o bico do ressentimento, arranque as unhas da agressividade, retire as penas do medo que te impedem de voar; a decisão é só tua!!!
Vai viver como Urubu que se alimenta do podre do passado, do que está morto, ou vai voar livre acima da tempestade, recebendo a luz do sol como a Águia!!! Decida pela vida. Voe.ajude..doe-se.. Autor: Desconhecido

Mensagem que está no Orcut Fundação Rozina


Ame seus pais

Muito tempo atrás, existia uma árvore enorme, uma bela macieira. Um pequeno garoto adorava vir e brincar à sua volta, diariamente. Ele subia até o topo da árvore, comia as maçãs, tirava um bom cochilo debaixo das sombras. Ele gostava muito da árvore e a árvore gostava muito de brincar com ele. -- Um dia, ele retornou e a árvore ficou muito alegre.
- Venha e brinque comigo, a árvore disse.
- Eu não tenho tempo para brincar. Eu tenho que trabalhar para ajudar minha família. Nós precisamos de uma casa para nos abrigar. Você pode me ajudar?
- Desculpe, mas eu não tenho uma casa. Mas você pode cortar meus galhos para construir sua casa.

Então o menino cortou todos os galhos da árvore e partiu feliz. A árvore estava contente por ver o menino feliz mas o menino nunca mais que voltava. A árvore novamente estava só e triste.

Um dia quente de verão, o menino apareceu e a árvore teve muito prazer em revê-lo.
- Venha e brinque comigo! A árvore disse.
- Estou cansado e ficando velho. Eu queria mesmo é navegar um pouco e relaxar. Você poderia me dar um barco?
- Use meu tronco e construa seu barco. Você pode navegar até bem longe e ser feliz.

Então o menino corta o tronco da árvore para fazer um barco. Ele foi navegar e não apareceu mais por muito tempo.- Finalmente, ele retornou depois de muitos anos.
- Desculpe meu menino. Mas não tenho nada mais para você. Nem maçãs para você tenho mais. A árvore disse.
- Eu não tenho dentes para morder, o menino respondeu.
- Não tenho mais o tronco para você subir.
- Estou muito velho para isto, o menino respondeu.
- Eu realmente não posso lhe dar nada... a única coisa que ficou foram minhas agonizantes raízes, a árvore disse entre lágrimas.
- Eu agora não preciso de muito, só um lugar para descansar. Eu estou muito cansado depois de todos estes anos, o menino respondeu.
- Bom! As raízes desta velha árvore formam o melhor lugar para se apoiar e descansar. Venha, sente-se comigo e descanse.

O menino sentou-se e a árvore ficou contente e sorriu entre lágrimas...
Esta é uma história significativa para todos nós. A árvore é nosso pai. Quando somos jovens, gostamos de brincar com mamãe e papai... Quando crescemos, nós os deixamos... só aparecemos quando precisamos de algo ou quando estamos em dificuldades. - Não importa o que nem como, os pais sempre darão tudo que podem para fazer você feliz. Você pode pensar que o menino foi cruel com a árvore mas é exatamente isto que todos nós somos...

Ame muito a seus pais. (Tradução Sergio Barros)

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Carteira de conselheiro (sócio)


Este é o modelo 001 do conselheiro
Presidente Genivaldo Oliveira Silva.
Com esta carteira terá acesso livre
em todos eventos promovidos pela
Fundação Rozina Oliveira Silva (ROS).

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

meditação do dia 21 - de out 2009




O tijolo

Um jovem e bem sucedido executivo dirigia, em alta velocidade sua nova Ferrari. De repente um tijolo espatifou-se na porta lateral da Ferrari! Freou bruscamente e deu ré até o lugar de onde teria vindo o tijolo.

Saltou do carro e pegou bruscamente uma criança, empurrando-a contra um veículo estacionado e gritou:
- "Por que isso? Quem é você? Que besteira você pensa que está fazendo? Este é um carro novo e caro. Aquele tijolo que você jogou vai me custar muito dinheiro. Por que você fez isto?”

- "Por favor, senhor me desculpe!" - implorou o pequeno menino. “- Eu não sabia mais o que fazer! Ninguém estava disposto a parar e me atender neste local."
Lágrimas corriam do rosto do garoto, enquanto apontava na direção dos carros estacionados.
- "É meu irmão. Ele desceu sem freio e caiu de sua cadeira de rodas e não consigo levantá-lo."

Soluçando, o menino perguntou ao executivo:
- "O senhor poderia me ajudar a recolocá-lo em sua cadeira de rodas? Ele está machucado e é muito pesado para mim.”

Movido internamente muito além das palavras, o jovem motorista engolindo "um imenso nó" dirigiu-se ao jovenzinho, colocando-o em sua cadeira de rodas. Tirou seu lenço, limpou as feridas e arranhões, verificando se tudo estava bem.
- "Obrigado e que Deus possa abençoá-lo!" - agradeceu a criança.

O homem viu então o menino se distanciar, empurrando o irmão em direção a casa.

Foi um longo caminho até a Ferrari. Um longo e lento caminho de volta. Ele nunca consertou a porta amassada. Deixou assim para lembrá-lo de não ir tão rápido pela vida, sem que alguém precisasse atirar um tijolo para obter a sua atenção.

Como ser humilde?
Era uma vez um jovem. Ele sabia que, se se tornasse humilde, seria uma pessoa melhor, mais feliz e mais conectada a Deus e ao sagrado. Um dia, esse jovem foi a um asilo e perguntou a um velho sábio que lá vivia:
- Sábio o que devo fazer para me tornar uma pessoa humilde?
- Se quiser realmente encontrar essa resposta, deve ir ao cemitério e criticar os mortos – e depois volte aqui, disse-lhe o sábio.
Sem questionar, o jovem foi ao cemitério e pôs-se a criticar os mortos.
Depois, voltou à presença do sábio, que lhe disse:
- O que os mortos fizeram diante de suas críticas?
- Nada. Não aconteceu absolutamente nada enquanto eu os criticava – respondeu o jovem.
- Muito bom–disse o sábio-Agora você deve voltar ao cemitério e elogiá-los bastante.
Novamente, seguindo a orientação do sábio, o jovem foi ao cemitério e passou várias horas elogiando os mortos.
Depois, voltou à presença do sábio, que lhe perguntou:
- O que os mortos fizeram diante de seus elogios?
- Nada. Não aconteceu absolutamente nada enquanto eu os elogiava – respondeu o jovem.
Então, o sábio disse-lhe: ta tudo bem, era esta mesmo a lição;
- Se quiser ser um homem humilde, vai precisar aprender a reagir como os mortos reagiram aos elogios e às críticas que você lhes fez. Ou seja, deve manter-se indiferente perante elogios ou críticas, mantendo, porém, a capacidade de perceber a verdade que pode existir na crítica sem deixar que isso lhe traga sofrimento. Se motivar com o elogio sem se sentir o ‘melhor’.

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Meditação de 07-10-09

Hábito de Explodir
Conta-se a história de um monge que tinha o hábito de explodir em acessos de fúria e culpar seus companheiros quando as coisas davam errado. Decidiu afastar-se da causa de seus problemas e foi para um mosteiro do deserto, onde praticamente não tinha contato com outros seres humanos.

Certa manhã, após instalar-se em sua nova morada, esbarrou acidentalmente no cântaro de água e lhe derramou o conteúdo. Ficou enfurecido, mas não havia ninguém por perto a quem culpar. Encheu novamente o cântaro. Pouco tempo depois, o mesmo fato se repetiu. Num ímpeto de ira, arremessou o cântaro ao chão, fazendo-o em pedacinhos.

Depois de acalmar-se, começou a refletir e chegou à conclusão de que seu mau humor era problema dele mesmo, e não dos outros.