segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

ARVORE COMUNITARIA



A fundação promoveu uma ação inedita na comunidade, como apoio dos moradores que gostam do local onde moram, foram disponibilizadas 434 garrafas pety dois litros, para que pudesse ser erguida a primeira ARVORE DE NALTAL COLETIVA que eu conheço.Eu diria que o que está faltando para que a fundação execute grandes projetos nos proximos anos, seria o apoio incondicional de pessoas de boas vontades, incluindo politicos,´se é que ainda existem.
Feliz Natal e prosperidade a todos que acessarem esta materia.

domingo, 13 de dezembro de 2009

Reza de Leilão um projeto social


A tradicional da cultura das REZAS DE LEILÃO, que vem sendo resgatado pela fundacão Rozina em Terra Nova-Coité, é sem qualquer sombra de duvida, um projeto social de valorização aos costumes, lazer dos povos antigos. Num evento tão simples como um deste temos primeiro valorizado o contato entre as pessoas que nos tempos de hoje cada dia mais se escondem em suas casas com medo de tudo sendo escravizados pela TV.
Esta reza na casa de Sr.Antonio e D.Antonia na Terra Nova do meio, foi a ultima da edição 2009, os membros da fundação se reunirão em Janeiro, para programar a sequencia deste projeto para 2010. Uma das ideias a ser discutida é realizar REZAS tambem fora do seu territorio, indo pra outra comunidades.

A foto destacada nesta materia (são as rezadeiras Galega e Marilza), elas que ao lado de Lulu, Silene, Neia, formam a equipe de produção e execução do projeto REZA, e todas as demais fotos desta Reza e de outras você poderá ter acesso no ORCUT fundação rozina oliveira silva.

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009


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O velho estava cuidando da planta com todo o carinho. O jovem aproximou-se dele e perguntou: -Que planta é esta que o senhor esta cuidando? -É uma jabuticabeira -respondeu o velho. -E ela demora quanto tempo para dar frutos? -pelo menos uns quinze anos - afirmou o velho. -E o senhor espera viver tanto tempo assim? -indagou irônico o rapaz. -Não, não creio que viva tanto tempo, pois já estou no fim da minha jornada -disse o ancião. -Então, que vantagem você leva com isso, meu velho? -Nenhuma, exceto a vantagem de saber que ninguém colheria jabuticabas, se todos pensassem como você...
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Pr. Márcio Valadão disse em uma de suas mensagens que temos que ter cuidado com as pedrinhas no caminho, pois não tropeçamos em montanhas.... tropeçamos em pedrinhas...

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Rato e Ratoeira

Um rato, olhando pelo buraco na parede, viu o fazendeiro e sua esposa abrindo um pacote. Pensou logo no tipo de comida que poderia haver ali e ao descobrir que era uma ratoeira ficou aterrorizado. Correu ao pátio da fazenda advertindo a todos: "- Há uma ratoeira na casa, uma ratoeira na casa!"
A galinha, disse: "- Desculpe-me Sr. Rato, eu entendo que isso seja um grande problema para o senhor, mas não me prejudica em nada, não me incomoda."
O rato foi até o porco e lhe disse: "- Há uma ratoeira na casa, uma ratoeira"
"- Desculpe-me Sr. Rato, disse o porco, mas não há nada que eu possa fazer, a não ser rezar. Fique tranqüilo que o senhor será lembrado nas minhas preces."
O rato dirigiu-se então à vaca. Ela lhe disse: "- O que Sr. Rato? Uma ratoeira? Por acaso estou em perigo? Acho que não!"
Então o rato voltou para a casa, cabisbaixo e abatido, para encarar a ratoeira do fazendeiro.
Naquela noite ouviu-se um barulho, como o de uma ratoeira pegando sua vítima. A mulher do fazendeiro correu para ver o que havia pegado. No escuro, ela não percebeu que a ratoeira havia pegado à cauda de uma cobra venenosa. E a cobra picou a mulher. O fazendeiro a levou imediatamente ao hospital. Ela voltou com febre.
Todo mundo sabe que para alimentar alguém com febre, nada melhor que uma canja de galinha. O fazendeiro pegou seu cutelo e foi providenciar o ingrediente principal.
Como a doença da mulher continuava, os amigos e vizinhos vieram visitá-la. Para alimentá-los o fazendeiro matou o porco. Muita gente veio para visitá-la e a comida não dava. O fazendeiro então sacrificou a vaca, para alimentar todo aquele povo.
Lembre-se que, quando há uma ratoeira na casa, toda a fazenda corre risco.

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Um incentivo especial



Conta-se que uma família do leste europeu foi forçada a sair de sua casa, quando tropas inimigas invadiram a localidade onde viviam.

Para fugir aos horrores da guerra, perceberam que sua única chance seria atravessar as montanhas que circundavam a cidade.

Se conseguissem ter êxito na escalada, alcançariam o país vizinho e estariam a salvo.
A família compunha-se de umas dez pessoas, de diversas idades. Reuniram-se e planejaram os detalhes: a saída de casa, por onde tentariam a difícil travessia. O problema era o avô. Com muitos anos aos ombros, ele não estava muito bem. A viagem seria dura.

- "Deixem-me", falou ele. - "Serei um empecilho para o êxito de vocês. Somente atrapalharei. Afinal, os soldados não irão se importar com um homem velho como eu".

Entretanto, os filhos insistiram para que ele fosse. Chegaram a afirmar que se ele não fosse, eles também ali permaneceriam.

Vencido pelas argumentações, o idoso cedeu. A família partiu em direção à cadeia de montanhas. A caminhada era feita em silêncio. Todo esforço desnecessário deveria ser poupado. Como entre eles havia uma menina de apenas um ano, combinaram que, a fim de que ninguém ficasse exausto, ela seria carregada por todos os componentes da família, em sistema de revezamento.

Depois de várias horas de subida difícil, o avô se sentou em uma rocha. Deixou pender a cabeça e quase em desespero, suplicou: - "Deixem-me para trás. Não vou conseguir. Continuem sozinhos".

- "De forma alguma o deixaremos. Você tem de conseguir. Vai conseguir", falou com entusiasmo o filho.

- "Não", insistiu o avô, "deixem-me aqui". O filho não se deu por vencido.

Aproximou-se do pai e energicamente lhe disse: - "Vamos, pai. Precisamos do senhor. É a sua vez de carregar o bebê".

O homem levantou o rosto. Viu as fisionomias cansadas de todos. Olhou para o bebê enrolado em um cobertor, no colo do seu neto de treze anos.

O garoto era tão magrinho e parecia estar realizando um esforço sobre-humano para segurar o pesado fardo. O avô se levantou.

- "Claro", falou, "é a minha vez. Passem-me o bebê".

Ajeitou a menina no colo. Olhou para o seu rostinho inocente e sentiu uma força renovada. Um enorme desejo de ver sua família a salvo, numa terra neutra, em que a guerra seria somente uma memória distante tomou conta dele. - "Vamos", disse, com determinação. - "Já estou bem. Só precisava descansar um pouco. Vamos andando".

O grupo prosseguiu, com o avô carregando a netinha. Naquela noite, a família conseguiu cruzar a fronteira a salvo. Todos os que iniciaram o longo percurso pelas montanhas conseguiram terminá-lo. Inclusive o avô.

Se alguém a seu lado, está prestes a desistir das lutas que lhe compete, ofereça-lhe um incentivo. Recorde da importância que ele tem para a pequena ou grande comunidade em que se movimenta. Lembre-o que, no círculo familiar, na roda de amigos ou no trabalho voluntário, ele é alguém que faz a diferença. Ninguém é substituível. Cada criatura é única e tem seu próprio valor. Uma tarefa pode ser desempenhada por qualquer pessoa, mas uma pessoa jamais substituirá a outra. Não permita que ninguém fique à margem do caminho, somente porque não recebeu um incentivo, um estímulo, um motivo para prosseguir, até a vitória final.


Certa vez uma menina ganhou um brinquedo no dia do seu aniversário. Na manhã seguinte, uma amiguinha foi até sua casa lhe fazer companhia e brincar com ela. Mas a menina não podia ficar com a amiga, pois tinha que sair com a mãe. A amiga então pediu que a menina a deixasse ficar brincando com seu brinquedo novo. Ela não gostou muito da idéia, mas, por insistência da mãe, acabou concordando. Quando retornou para casa, a amiguinha já não estava mais lá: tinha deixado o brinquedo fora da caixa, todo espalhado e quebrado. Ela ficou muito brava e queria porque queria ir até a casa da amiga para brigar com ela. Mas a mãe ponderou: - Você se lembra daquela vez que um carro jogou lama no seu sapato? Ao chegar em casa você queria limpar imediatamente aquela sujeira, mas sua avó não deixou. Ela falou que você devia primeiro deixar o barro secar. Depois, ficaria mais fácil limpar. Com a raiva é a mesma coisa. Deixe a raiva secar primeiro, depois fica bem mais fácil resolver tudo. Mais tarde, a campainha tocou: era a amiga trazendo um brinquedo novo. Disse que não tinha sido culpa dela, e sim de um menino invejoso que, por maldade, havia quebrado o brinquedo quando ela brincava com ele no jardim. E a menina respondeu: - Não faz mal, minha raiva já secou! Discussões no dia a dia, nos relacionamento e no trabalho podem levar as pessoas a ter sentimentos de raiva. Segure seus ímpetos, deixe o barro secar para depois limpá-lo. Assim você não corre o risco de cometer injustiças.

Conta-se a história de um senador norte-americano que fôra surdo e se tratou. Ficou bom, mas voltou a ser surdo. Um colega perguntou-lhe como fôra aquilo. Ele explicou: "O médico me disse que se eu deixasse de beber, ficaria bom. Deixei o álcool e recuperei a audição". "Mas como voltou a ficar surdo?" "Ah! eu acho mais prazer na bebida do que no que se ouve por aí afora". Precisamos melhorar nossa prosa.

terça-feira, 1 de dezembro de 2009