sábado, 28 de novembro de 2009

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

exemplos de sabedoria


Reunião de 25 de nov.2009

Caindo no Buraco
Portia Nelson escreveu algo intitulado: “Autobiografia em Cinco Capítulos Curtos”.
Capítulo 1 – Eu ando pela rua. Há um buraco fundo na calçada. Eu caio dentro. Eu estou perdido... Estou desamparado. A culpa não é minha. Leva muito tempo para conseguir sair.
Capítulo 2 – Eu ando pela rua. Há um buraco fundo na calçada. Eu finjo que não vejo. Eu caio dentro novamente. Eu não posso acreditar que estou no mesmo lugar, mas a culpa não é minha. Ainda leva muito tempo para sair.
Capítulo 3 – Eu ando pela rua. Há um buraco fundo na calçada. Eu vejo que está lá. Eu ainda caio dentro... É um hábito. Meus olhos estão abertos. Eu sei onde estou. É minha culpa. Eu consigo sair imediatamente.
Capítulo 4 – Eu ando pela rua. Há um buraco fundo na calçada. Eu passo ao lado do buraco.
Capítulo 5 – Eu ando pela rua. - Tolo é aquele que naufragou seus navios duas vezes e continua culpando o mar…

Mestre Ramesh (crises)
Certa vez, perguntei para o Ramesh, um de meus mestres na Índia:
- Por que existem pessoas que saem facilmente dos problemas mais complicados, enquanto outras sofrem por problemas muito pequenos, morrem afogadas num copo de água?
Ele simplesmente sorriu e contou-me uma história:
Era uma vez um sujeito que viveu amorosamente toda a sua vida. Quando morreu, todo mundo lhe falou para ir ao céu, um homem tão bondoso quanto ele somente poderia ir para o Paraíso. Ir para o céu não era tão importante para aquele homem, mas mesmo assim ele foi até lá.
Naquela época, o céu não havia ainda passado por um programa de qualidade total. A recepção não funcionava muito bem. A moça que o recebeu deu uma olhada rápida nas fichas em cima do balcão e, como não viu o nome dele na lista, orientou-lhe para ir ao Inferno.
E no Inferno, você sabe como é. Ninguém exige crachá nem convite, qualquer um que chega é convidado a entrar. O sujeito entrou lá e foi ficando. Alguns dias depois, Lúcifer chegou furioso às portas do Paraíso para tomar satisfações com São Pedro:
- "Você é um canalha! Nunca imaginei que fosse capaz de uma baixaria como essa. Isso que você está fazendo é puro terrorismo!"
Sem saber o motivo de tanta raiva, São Pedro perguntou surpreso, do que se tratava. Lúcifer, transtornado, desabafou:
- "Você mandou aquele sujeito para o Inferno e ele está fazendo a maior bagunça lá. Ele chegou escutando as pessoas, olhando-as nos olhos, conversando com elas. Agora, está todo mundo dialogando, se abraçando, se beijando. O inferno está insuportável, parece o Paraíso!" E fez um apelo:
- "Pedro, por favor, pegue aquele sujeito e leve-o de lá!"
Quando Ramesh terminou de contar essa história, olhou-me carinhosamente e disse:
- "Viva com tanto amor no coração que se, por engano, você for parar no Inferno o próprio demônio o trará de volta ao Paraíso."
Problemas fazem parte da nossa vida, porém não deixe que eles o transformem numa pessoa amargurada. As crises vão estar sempre se sucedendo e às vezes você não terá escolha. Sua vida está sensacional e de repente você pode descobrir que sua mãe está doente; que a política econômica do governo mudou e que infinitas possibilidades de encrencas aparecem.
As crises você não pode escolher, mas pode escolher a maneira como enfrentá-las. E, no final, quando os problemas forem resolvidos, mais do que sentir orgulho por ter encontrado as soluções, você terá orgulho de si mesmo. O mundo está cheio de gente que não faz mal a ninguém, O mundo está cheio de gente que bem só faz a si mesmo.

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Exemplos importantes (leia)


Dia 18.11.09
O pastor e o lobo
Um pastor encontrou uma vez um lobinho que a mãe abandonara.
Levou o lobinho para casa, tratou dele e ensinou-o a roubar carneiros dos rebanhos vizinhos.
O lobo cresceu e aprendeu tão bem que um dia roubou um carneiro do rebanho do próprio pastor.
- Por que fizeste isto comigo? - perguntou o pastor, queixoso.
- Por que me ensinaste a roubar? - retrucou o lobo.
“Quem ensina o mal, com o mal será castigado”.

O remédio
João era dono de uma bem sucedida farmácia numa cidade do interior.
Era um homem bastante inteligente, mas não acreditava na existência de Deus ou de qualquer outra coisa alem do seu mundo material.

Certo dia, estava ele fechando a farmácia, quando chegou uma criança aos prantos dizendo que sua mãe estava passando mal e que se ela não tomasse o remédio logo iria morrer.

Muito nervoso, e apos insistência da criança, resolveu reabrir
a farmácia para pegar o remédio.

Sua insensibilidade perante aquele momento era tal que acabou pegando o remédio no escuro mesmo e entregando a criança que agradeceu e saiu dali às pressas.

Minutos depois percebeu que havia entregado o remédio errado
para a criança e que se sua mãe o tomasse seria morte instantânea.

Desesperado tentou alcançar a criança, mas não teve êxito.

Sem saber o que fazer e com a consciência pesada, ajoelhou-se e começou a chorar e dizer que se realmente existisse um Deus que não o deixasse passar por assassino.

De repente, sentiu uma mão a tocar-lhe o ombro esquerdo e ao virar,
deparou-se com a criança a dizer:

“Senhor, por favor, não brigue comigo, mas e que cai e quebrei o vidro do remédio, da pro senhor me dar outro?”

Salmos 37:5 "Entrega o teu caminho ao SENHOR, confia nele, e o mais ele fará.”
Neemias 9:31 "Mas, pela tua grande misericórdia, não acabaste com eles nem os desamparaste; porque tu ES Deus clemente e misericordioso."

Muitas pessoas ainda não conhecem a Deus, não tiveram ainda uma experiência de vida com ele, por isso pensam que ele não existe ou que esta dentro de nos, mas não só ele existe como te ama, claro que também esta dentro de nos, pois se não o permitirmos entrar em nossos corações, ele jamais forçará a entrada.
Ele nos deu liberdade de escolha, mas mesmo sendo livre, o melhor é ficar completamente preso ao seu amor e sua misericórdia para que possamos almejar uma vida melhor.

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Grande exemplo de Alexandre


Dizem que estes foram os 3 últimos desejos de ALEXANDRE O GRANDE:
1. Que seu caixão fosse transportado pelas mãos dos médicos da época;
2. Que fosse espalhado no caminho até seu túmulo os seus tesouros conquistado como prata, ouro, e pedras preciosas ;
3. Que suas duas mãos fossem deixadas balançando no ar, fora do caixão, Ã vista de todos.
Um dos seus generais, admirado com esses desejos insólitos, perguntou a ALEXANDRE quais as razões desses pedidos e ele explicou:
1. Quero que os mais iminentes médicos carreguem meu caixão para mostrar que eles NÃO têm poder de cura perante a morte;
2. Quero que o chão seja coberto pelos meus tesouros para que as pessoas possam ver que os bens materiais aqui conquistados, aqui permanecem;
3. Quero que minhas mãos balancem ao vento para que as pessoas possam ver que de mãos vazias viemos e de mãos vazias partimos. Pense nisso... - Autor desconhecido